Inês Bichão, ex-assessora parlamentar, acusa João Cotrim figueiredo

Conhece Inês Bichão, a mulher que acusa Cotrim e as mensagens que estão a chocar Portugal

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Conheça a mulher que acusou João Cotrim de Figueiredo: quem é Inês Bichão e as mensagens que estão a incendiar a política portuguesa

O caso está a dominar as conversas políticas, as redes sociais e os bastidores do poder. Inês Bichão, um nome até agora desconhecido do grande público, tornou-se o centro de uma polémica depois de acusar João Cotrim de Figueiredo, candidato à Presidência da República, de alegado assédio sexual.

As acusações surgem numa altura crítica da campanha presidencial e levantam uma pergunta inevitável: quem é a mulher que está a abalar a corrida a Belém?

Quem é afinal Inês Bichão

Inês Margarida Almeida Bichão Simões Ferreira é advogada, tem cerca de 30 anos e um currículo académico sólido. É licenciada em Direito e conta com várias pós-graduações em áreas como Direito da Concorrência, Regulação e Contratação Pública.

No mundo político, trabalhou como assessora parlamentar da Iniciativa Liberal, convivendo de perto com dirigentes do partido, incluindo João Cotrim de Figueiredo. Mais tarde, passou a exercer funções como técnica especialista no Ministério dos Negócios Estrangeiros, ligada à área das comunidades portuguesas.

Até à publicação da denúncia, o seu nome raramente surgia fora dos círculos políticos e jurídicos.

A acusação que explodiu nas redes sociais

Tudo começou com uma publicação feita por Inês Bichão nas redes sociais, entretanto apagada, onde acusa João Cotrim de Figueiredo de ter tido comportamentos e comentários de teor sexual enquanto trabalhavam juntos.

Segundo a própria, os episódios aconteceram em contexto profissional e foram vividos como situações humilhantes e desconfortáveis. A publicação espalhou-se rapidamente, gerando reacções imediatas tanto de apoio como de crítica.

Pouco depois, começaram a circular capturas de ecrã de alegadas mensagens, que colocaram ainda mais lenha na fogueira.

As mensagens que estão no centro da polémica

De acordo com essas capturas, cuja autenticidade não foi confirmada judicialmente, João Cotrim de Figueiredo terá escrito frases como:

“Excelente trabalho. Só falta abrires as pernas comigo.”

Noutra mensagem surge a pergunta:

“De que tipo de homens gostas?”

E numa outra troca, uma frase de teor sexual explícito:

“Mais grossa ou mais comprida?”

Segundo Inês Bichão, estas mensagens foram recebidas enquanto exercia funções profissionais, algo que considera totalmente inaceitável.

É importante sublinhar que estas mensagens são alegadas e que não existe, até ao momento, qualquer decisão judicial que confirme as acusações.

A resposta dura de Cotrim de Figueiredo

João Cotrim de Figueiredo não demorou a reagir e fê-lo de forma contundente. O candidato nega todas as acusações, classificando-as como falsas, caluniosas e difamatórias.

O antigo líder da Iniciativa Liberal anunciou que vai avançar com uma queixa-crime, defendendo que nunca teve comportamentos impróprios e que esta denúncia surge numa fase demasiado conveniente para ser ignorada.

Para Cotrim, trata-se de uma tentativa clara de ataque pessoal e político num momento decisivo da campanha presidencial.

Alegações conhecidas nos bastidores da Iniciativa Liberal

Uma das revelações mais polémicas feitas por vários órgãos de comunicação social é que estas alegações já eram conhecidas dentro da Iniciativa Liberal há cerca de dois anos.

Fontes internas indicam que o assunto foi discutido de forma reservada e que poderá estar ligado à saída de Inês Bichão das funções de assessora parlamentar em 2023. Oficialmente, o partido nunca confirmou essa ligação, mas o tema continua a gerar incómodo interno.

Mulheres saem em defesa do candidato

Na sequência da polémica, mais de 30 mulheres, incluindo militantes e ex-deputadas da Iniciativa Liberal, assinaram uma carta pública em defesa de João Cotrim de Figueiredo.

No documento, garantem nunca ter presenciado comportamentos inadequados por parte do candidato e alertam para os perigos de condenações públicas sem provas judiciais.

Um caso que divide o país

A acusação abriu novamente o debate sobre assédio sexual na política, o uso das redes sociais como tribunal público e os limites entre denúncia legítima e julgamento mediático.

Há quem defenda que estas denúncias são fundamentais para expor abusos de poder. Outros consideram que a exposição pública, sem decisão judicial, pode destruir reputações de forma irreversível.

O impacto na corrida a Belém

O momento não podia ser mais delicado. A denúncia surge quando João Cotrim de Figueiredo vinha a ganhar espaço mediático e eleitoral, podendo agora marcar decisivamente a sua candidatura.

Para já, o caso promete arrastar-se para os tribunais e continuar a dominar o debate público nas próximas semanas.

Nota do editor

Este artigo baseia-se em alegações públicas, declarações oficiais e informação divulgada por órgãos de comunicação social. Todas as partes envolvidas beneficiam da presunção de inocência até existir decisão judicial.

Imagens: Reprodução Redes Sociais

 

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3 thoughts on “Conhece Inês Bichão, a mulher que acusa Cotrim e as mensagens que estão a chocar Portugal

  1. Que maneira SUJA de atacar um candidato a presidência da república. Porquê agora e não quando houve a confirmação dos candidatos. Não é uma forma ética de atacar um rival político, candidato a um posto alto como do de PR.

  2. Para mim, cheira-me a caso de mulher repudiada, mal correspondida e com desejos de protagonismo, aproveitando, com a sua sapiência de advogada, a melhor das ocasiões imperdíveis para o fazer, a uma semana das eleições, depois de ter tido mais de 2 anos para se queixar. São recalcamentos de adulta não crescida! Isto é só uma perceção. mas a verdade nunca se saberá. Há que saber juntar 2 mais 2. Eu creio que a forma inadequada e extemporânea de se queixar vai fazer com que o seu nome caia no esquecimento pela irrelevância dos factos e não ficará na História pelas melhores razões de conduta cívica e patriótica.

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